Wellington Cordeiro
- 4 de jul.
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Wellington Cordeiro nasceu em Campos dos Goytacazes, no dia 26 de fevereiro de 1972. É filho de Marlene Cordeiro Corrêa e Orlando Rangel. Licenciado em Artes Visuais pelo Centro Universitário Fluminense — UNIFLU, possui Registro Profissional de jornalista e repórter fotográfico no Ministério do Trabalho - DRT-RJ.
Desde 2016, atua na assessoria de comunicação da Fundação Benedito Pereira Nunes. É membro do Instituto Histórico e Geográfico de Campos dos Goytacazes desde 2019; membro da Associação de Imprensa Campista desde 2006; membro do Conselho Supremo da Fundação Benedito Pereira Nunes desde 2021; membro do Conselho Curador da Fundação Cultural de Campos desde 2022; membro do Conselho Curador da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima desde 2023; membro da Associação de Amigos de Ao Livro Verde desde 2024, Membro da Academia Campista de Letras desde 2024, assumindo a Diretoria de patrimônio da entidade em 2026 e membro da diretoria do Centro Cultural Marcelo Sampaio desde 2026. Integra, desde 2025, o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas da Faculdade de Medicina de Campos.
Como gestor, é diretor da Rádio Goitacá desde 2021, onde também atua como produtor musical, disc jockey e locutor. Desde 2025, exerce ainda a direção da Mangueira Casa Cultural, desempenhando atividades como produtor cultural e disc jockey, além de desenvolver e coordenar diversas ações voltadas à valorização da cultura.
Ao longo de sua trajetória, Wellington Cordeiro desenvolveu importantes trabalhos editoriais, culturais, históricos e de pesquisa. Publicou o livro Impressões, em 2004. Em 2006, foi editor e produtor do livro Memória Visual e Afetiva de Quissamã. Em 2007, atuou como editor e produtor do livro Centro Cultural Sobradinho – passado, presente e futuro. Em 2008, realizou pesquisa histórica para o livro Tidinho: o menino contador de história — uma outra versão da história de Quissamã. Em 2009, foi produtor e autor de capítulo do livro Machadinha: origem, história e influências. Em 2012, foi coordenador editorial do catálogo Custodópolis: Território, Vulnerabilidades e Saúde. Também editou os e-books Revelações da Quarentena, em 2020, e Meu Amigo Bicho!, em 2021. Em 2025, atuou como coordenador editorial do livro Cuidar & Amar – crônicas sobre o sentir e o ser.
Sua atuação na área de pesquisa iconográfica inclui trabalhos realizados para o Museu Casa Quissamã, em 2006; para o Centro Cultural Sobradinho, em Quissamã, em 2007; e para o Complexo Cultural Fazenda Machadinha, em 2008. Também participou de pesquisa iconográfica em Angola, na África, em 2008. Foi responsável pelo pedido aprovado de Tombamento como Patrimônio Imaterial Histórico e Cultural de Campos dos Goytacazes do Baobá da Beira Valão, em 2012, e do Bar Ao Gato Preto, em 2014. Em 2017, foi responsável pela criação do Centro de Memórias da Faculdade de Medicina de Campos.
Wellington Cordeiro também possui participação expressiva em atividades acadêmicas, culturais e de preservação da memória. Em 2016, participou do Curso de Preservação de Acervos Científicos e Culturais, promovido pelo Museu de Astronomia e Ciências Afins, no Rio de Janeiro. Em 2017, ministrou a palestra Negro Nilo, em homenagem ao centenário de Nilo Peçanha, no Instituto Histórico e Geográfico de Campos dos Goytacazes. Em 2019, participou do debate Memórias da Imprensa Campista e os 90 anos da AIC. Em 2020, participou de bate-papo sobre os sambistas Roberto Ribeiro e Eli Miranda para o Espaço Cultural Marcelo Sampaio, além de realizar a curadoria da exposição A cidade em tempos de pandemia – A visão dos fotógrafos neste momento de isolamento social, pela Associação de Imprensa Campista. Em 2022, participou de bate-papo sobre o samba campista no evento A Villa é Samba. Em 2023, ministrou a palestra Africanidades, na Roda de Conversa Cultural Ancestralidade Africana e seu contexto com a saúde, na Faculdade de Medicina de Campos. Em 2026, dirigiu o documentário Bambas da Planície.
Foi avaliador de projetos no HackAÇU, maratona de inovação promovida pelo Porto do Açu e pelo Cais Açu Lab, nas edições de 2024 e 2025. Em 2025, organizou e participou como mediador do Ciclo de Conferências Folha Seca – Memórias do Futebol Campista, realizado pela Academia Campista de Letras.
Com trajetória marcada pela atuação nas áreas de comunicação, memória, cultura, patrimônio histórico, pesquisa iconográfica, produção editorial e valorização das identidades afro-brasileiras, Wellington Cordeiro consolidou-se como importante agente cultural e pesquisador da memória de Campos dos Goytacazes e da região.



